Derivativos de Ações

É um ativo financeiro ou valor mobiliário cuja característica de negociação deriva do ativo que lhe serve de referência. Por exemplo, as chamadas "opções" e operações a termo derivam das negociações à vista com ações na Bolsa de Valores. Os futuros derivam de contratos atrelados ao comportamento futuro do câmbio, juros e índices, como o Ibovespa e o IBrX-50. As operações nos mercados futuros são realizadas na BM&FBovespa.

Os contratos de derivativos servem para "travar" riscos de variações de preços. No mercado financeiro, usa-se o jargão hedge neste caso, pois a operação serve de proteção.

Os contratos de derivativos também podem ser usados para “alavancar” as posições tomadas no mercado à vista, ou seja, eles aumentam o potencial de retorno da aplicação. Nesse caso, esses contratos servem como uma espécie de empréstimo para que o investidor faça a aplicação com um patrimônio maior do que o seu. Vale ressaltar que essa operação pode aumentar os lucros, mas também pode aumentar os prejuízos.

Contrato O que é

Futuro

Nesse mercado, comprador e vendedor assumem o compromisso de negociar uma commodity ou um ativo financeiro em uma data futura fixada pela Bolsa (vencimento). As duas partes não desembolsam dinheiro, apenas assumem o compromisso de compra e venda que será efetivado nessa data futura. O preço acertado no momento da negociação é fixo, mas seu valor é ajustado diariamente. O valor da negociação pode derivar do comportamento futuro da taxa de câmbio, juros e índices, como Ibovespa e IBrX-50.

Opções

Nesse tipo de operação, duas pessoas negociam o direito de comprar (opções de compra) ou vender (opções de venda) uma determinada ação ou índice. Em troca desse direito, o comprador tem de pagar um determinado valor (o prêmio) no momento de abertura de sua operação para a contraparte (vendedor). O vendedor ao receber o prêmio assume um compromisso de vender essa ação ou índice no vencimento. Por exemplo, se o investidor acredita que as cotações à vista de determinada ação devem valorizar, ele pode comprar uma opção de compra de uma ação. Dessa forma ele adquire o direito de comprar o papel por um preço predeterminado (preço de exercício) até a data de vencimento da opção (dia de exercício).

No final do pregão, a Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia (CBLC) e a BM&FBovespa registram o direito de compra do investidor que adquiriu a opção de compra (o titular) e a obrigação de atender o exercício, ou seja, de vender as ações pelo preço de exercício, assumida pelo investidor que vendeu a opção de compra (o lançador). Tanto o titular como o lançador têm liberdade para negociar a opção com terceiros. Portanto, ambos podem sair do mercado a qualquer instante.

Termo

O mercado a termo deriva das negociações com ações na BM&FBovespa. A operação a termo consiste em uma compra ou venda de ações a um preço prefixado, com liquidação em data futura. Os prazos geralmente variam de 30 a 180 dias e o comprador e o vendedor acertam o preço pelo qual, na data combinada, será realizado o negócio.

Fonte: www.comoinvestir.com.br

Últimas Notícias

Petrobras cria precedente perigoso ao não pagar dividendo

19/05/2015 21:23
Paulo Whitaker/Reuters Logo da Petrobras em frente prédio da companhia: a Petrobras informou que não pagaria dividendos para preservar o caixa Paula Arend Laier, da REUTERS São Paulo - O não pagamento de dividendos pela Petrobras aos acionistas preferencialistas pode...

Lula abriu Cuba às empresas brasileiras, diz Odebrecht

05/05/2015 21:32
Adalberto Roque/AFP Vista do porto cubano de Mariel: a Odebrecht liderou a construção do porto, um investimento de US$ 1 bilhão na ilha Blake Schmidt e Michael Smith, da Bloomberg O CEO da Odebrecht SA, Marcelo Odebrecht, disse que o conglomerado brasileiro de sua...

Petrobras termina 2014 com 5.200 funcionários a menos

26/04/2015 18:51
REUTERS/Sergio Moraes A queda mais expressiva de funcionários terceirizados deve ser explicada pela decisão da Petrobras de reduzir o ritmo de investimentos em 2014 André Magnabosco, do Estadão Conteúdo São Paulo - A crise que atingiu a Petrobras no ano passado colocou fim a uma...

Mastercard quer atingir milhões com acordo com Banco Mundial

23/04/2015 19:41
REUTERS/Soe Zeya Tun MasterCard: esse é um passo da estratégia da empresa de universalizar o acesso financeiro até 2020 Karin Salomão, de EXAME.com São Paulo - A MasterCard firmou uma parceria com uma instituição do Banco Mundial para atingir milhões de pessoas que ainda não têm...

OGPar depende de acordo com donos de plataformas

14/04/2015 21:29
Divulgação Plataforma de petróleo da OGX: segundo o presidente da empresa, a OGPar a empresa precisa fechar com urgência a negociação com os donos dos direitos de aluguel das plataformas Mariana Sallowicz, do Estadão Conteúdo Rio - Após fechar novo acordo na semana passada com os...

Fundos estrangeiros reduzem aplicação em ativos brasileiros

04/04/2015 15:00
FreeImage Dólar: expectativa de elevação dos juros pelo Federal Reserve, o banco central dos Estados Unidos, vem provocando realocação de carteiras Altamiro Silva Junior, do Estadão Conteúdo Nova York - O Brasil foi o país emergente que mais perdeu espaço nas carteiras dos fundos...

Arranjo de pagamento da Mastercard com Itaú começa neste ano

30/03/2015 14:53
Andrew Harrer/Bloomberg MasterCard: a bandeira fará a gestão do produto que é uma "evolução" em linha com o mercado de cartões que além de "grande", é "sofisticado" Aline Bronzati, do Estadão Conteúdo São Paulo - O novo arranjo de pagamentos de MasterCard e Itaú Unibanco,...

Petrobras contrata três bancos para vender ativos.

19/03/2015 15:37
Petrobras contrata três bancos para vender ativos Paulo Whitaker/Reuters Logotipo da Petrobras visto em refinaria em Cubatão: estatal precisa vender ativos para passar por 2015 sem acessar o mercado externo Cristiane Lucchesi e Sabrina Valle,...

As pedras no caminho de Levy: o ajuste está indo pra frente?

17/03/2015 16:43
Simon Dawson/Bloomberg   Joaquim Levy em conferência em Davos em janeiro de 2015 Simon Dawson/Bloomberg   São Paulo – No último 27 de novembro, momentos após ser confirmado como ministro da Fazenda, Joaquim Levy sentou na frente das câmeras e anunciou que o...

Vale transfere fatia em empresa na Guiné para BSG

14/03/2015 16:22
Divulgação Vale: empresa ressaltou que isso não significa qualquer renúncia no direito da mineradora de cobrar da BSGR a perda dos investimentos na parceria Da REUTERS São Paulo - A Vale informou que transferiu nesta sexta-feira sua participação acionária na joint venture...
<< 3 | 4 | 5 | 6 | 7 >>